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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A Skinny Top existe mesmo!!
Eu achava que era só coisa de novela, mas a ficção e a realidade estão cada vez mais próximas, assim como o público e o privado. Foi-se o tempo em que pessoas e objetos existiam apenas na cabeça criativa do autor. Um exemplo disso, é a Bike Houston Skinny Top, à venda no portal da Globo Marcas. Pra quem quiser saber mais, é só clicar lá pra ver. Tem até o preço. Boas pedaladas!!!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Avião solar revoluciona ao completar voo noturno
Impulse Solar quebra paradigmas ao voar com energia produzida exclusivamente por células fotovoltaicas. Escuridão da noite não é mais uma barreira para o avião solar.
Uma máquina pequena, leve e revolucionária: é assim que o Solar Impulse deverá entrar para a história. Nesta quinta-feira (08/07) um avião movido a energia solar completou, pela primeira vez, um voo noturno.
Foram 26 horas no ar: a aeronave partiu de Payerne, na Suíça, sobrevoou a região de fronteira entre o país e a França, e pousou no mesmo local da decolagem. Bertrand Piccard, suíço que desenvolveu o veículo, comemorou: "Nós não tínhamos realmente nenhuma credibilidade, até hoje. O que fizemos hoje no ar é um exemplo do que deveria ser feito no solo."
Energia do sol As asas do Solar Impulse são equipadas com 12 mil células fotovoltaicas. A energia produzida pela luz do sol é armazenada em baterias que alimentam os quatro motores elétricos do avião.
Energia do sol
terça-feira, 6 de julho de 2010
Bikes em Copenhage
É... As magrelinhas estão se impondo cada vez mais nos grandes centros urbanos!
E, pelo jeito, estão dando conta do recado! Em Copenhague, cada vez mais gente vai à escola ou ao trabalho de bicicleta. Essa moda está pegando 'de bom jeito', a saúde e o bem estar da população.
O site 'Veículo Eletrico' traz notícias sobre consumo e geração inteligente de energia.
Na interessante matéria intitulada 'Dinamarca encontra um modelo que permite o crescimento do PIB, mas não o consumo', a subdiretora da Agência Dinamarquesa de Energia, Anne Hogge Simonsen é a entrevistada.
Quando ela era criança, era proibido usar o carro aos domingos, por causa da crise do petróleo dos anos 1970. “Não é que sejamos bons em Produzir energia. Também o somos em não consumi-la”. Os números são impressionantes: “O PIB cresceu 78% e nossa demanda de energia é a mesma que em 1980 e não importamos nada”. Suas emissões caíram 8,4% desde 1990, e chegar à meta de 21% em 2012, é um novo desafio.
O tipo de consumo mais complicado de administrar é o do transporte. "Os impostos que incidem sobre os carros, são de 75% . Com essa verba, são construídas ciclovias", explica Simonsen. O resultado é um formigueiro constante de bicicletas. Em Copenhague, senhores, senhoras, jovens e crianças andam de bicicleta prá cima e pra baixo, faça, chuva, faça sol ou caia neve. Metade dos habitantes segue pedalando!
A própria Anne assim percorre 8 quilômetros de casa até o trabalho diariamente. “Demora meia hora, porque não corro para não chegar muito acalorada. De carro, com tráfego, são 25 minutos. Ou seja, praticamente, não faz diferença.”
Com mais bicicletas do que habitantes, Copenhague já conta com 329 km de ciclovias !!!
sábado, 29 de maio de 2010
Melhor que teletransporte :-)
Hoje eu estava dando uma arrumada na minha bagunça do Outlook: um monte de e-mails que a gente recebe, não tem tempo de abrir, deixa pra depois e nunca mais abre...
Aí encontrei várias preciosidades, como esse comercial de cartão de crédito que sugere uma solução para facilitar pagamentos. Mas o que eu achei genial mesmo nessa ideia, é o meio de transporte do personagem! É um jeito muito prático e refrescante pra gente se locomover na cidade :-)
Ao invés de se estressar com trânsito, má educação, trabalho etc., a gente aproveita pra relaxar e ficar feliz como uma criança...
Ao invés de se estressar com trânsito, má educação, trabalho etc., a gente aproveita pra relaxar e ficar feliz como uma criança...
Olha só:
Achei beeem melhor do que o meu até este momento tão sonhado teletransporte!!!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Duas rodas
Acabei de traduzir uma série de 8 documentários sobre a América Latina, produzidos pela Deutsche Welle. Achei interessantíssimos! Como a gente sabe pouco sobre os nossos vizinhos!
Enquanto a série 'Da Terra do Fogo a Tijuana' não estreia no Brasil, sugiro a leitura de 2 blogs que se complementam bem:
http://blogs.dw-world.de/Da-Terra-do-Fogo-a-Tijuana/venezuela Da redação da Deutsche Welle. Os repórteres postavam suas próprias impressões no decorrer da produção.
http://www.incrivelelmo.blogspot.com/ Um membro do Portal do Nassif, o Saulo Machado, divulgou e eu também estou gostando muito. E tem tudo a ver com mobilidade: é de um carioca saiu do Rio de Janeiro sobre duas rodas, para cruzar vários países da América do Sul. Ele mantém este blog descrevendo a travessia.
Enquanto a série 'Da Terra do Fogo a Tijuana' não estreia no Brasil, sugiro a leitura de 2 blogs que se complementam bem:
http://blogs.dw-world.de/Da-Terra-do-Fogo-a-Tijuana/venezuela Da redação da Deutsche Welle. Os repórteres postavam suas próprias impressões no decorrer da produção.
http://www.incrivelelmo.blogspot.com/ Um membro do Portal do Nassif, o Saulo Machado, divulgou e eu também estou gostando muito. E tem tudo a ver com mobilidade: é de um carioca saiu do Rio de Janeiro sobre duas rodas, para cruzar vários países da América do Sul. Ele mantém este blog descrevendo a travessia.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Governo brasileiro saúda participação alemã na licitação para trem-bala
Durante viagem de trem-bala na Alemanha, ministra Dilma Rousseff falou sobre licitação para linha ferroviária de alta velocidade no Brasil. Presidente da Siemens do Brasil explica vantagem do modelo de sua companhia.

Na recente visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Alemanha, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhou o chefe de Estado brasileiro durante viagem de Berlim a Hamburgo no trem Intercity-Express (ICE), o trem de alta velocidade fabricado pela empresa alemã Siemens.
Em entrevista coletiva concedida durante a viagem, Rousseff disse que o investimento previsto para a instalação do primeiro trecho ferroviário de alta velocidade no Brasil é de 13,6 bilhões de euros e que a lista de concorrentes para a licitação, que deverá acontecer no primeiro trimestre de 2010, já é robusta.
"Temos vários interessados: a Bombardier [canadense]; a Siemens [alemã]; os japoneses, com sua tecnologia; os coreanos, que através da transferência de tecnologia desenvolveram a sua; os franceses, com a Alstom, e os chineses", revelou Rousseff.
Licitação de alta velocidade
Segundo dados do governo brasileiro, a região por onde passará o trajeto do primeiro trem-bala brasileiro concentra 45% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e 36 milhões de habitantes. O trecho ferroviário interligará as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.
De acordo com a ministra, o governo irá participar de forma minoritária na implantação do trem de alta velocidade. "Vamos participar com o equivalente a impostos e a desapropriações. Esses valores, expressos em reais e transformados em ações, são a nossa participação no projeto", disse Rousseff.
A concorrência será definida levando em consideração a tarifa mais baixa e o menor valor de empréstimo por parte do governo brasileiro. Segundo a ministra da Casa Civil, também será exigida a transferência de tecnologia: "Por um motivo muito simples: esse é o primeiro trem e há outras possibilidades de construção de trens de alta velocidade no Brasil, como as linhas São Paulo-Curitiba, Brasília-Belo Horizonte e Belo Horizonte-Rio de Janeiro. Quem tiver essa parceria conosco é também candidato a transferir a tecnologia de metrô e a fazer outros projetos".
A ministra explicou que o modelo tecnológico do trem-bala brasileiro ainda não foi definido. "O que nós oferecemos é um estudo de demanda, um estudo de traçado e uma elaboração econômico-financeira", relatou. Quanto à tecnologia alemã, a ministra da Casa Civil preferiu não fazer comentários sobre as características do modelo alemão e limitou-se a declarar: "Queremos que eles [os alemães] participem do leilão".
Tecnologia alemã
Em entrevista exclusiva à Deutsche Welle, o presidente da Siemens do Brasil, Adilson Primo, revelou que a proposta da empresa alemã para a licitação brasileira seria o modelo da família de trens Siemens Velaro, o mais moderno oferecido atualmente pela companhia. "É o trem mais rápido do mundo hoje em operação comercial, que é o trecho Madri-Barcelona, que opera a 350 quilômetros por hora e com segurança", disse.
Atualmente, inúmeros trens fabricados pela Siemens operam comercialmente na Europa, na China e na Rússia. "Nas últimas seis concorrências das quais participamos, na Europa e na Ásia, acabamos mostrando que esse projeto é muito competitivo, pois ganhamos cinco concorrências", revelou o presidente da subsidiária brasileira da empresa.
Vantagem ecológica
Segundo Adilson Primo, o fator diferencial do modelo alemão estaria em sua competitividade. "Ele tem tração distribuída, o que permite menos esforços nas partes mecânicas e um ganho de 20% no número de passageiros".
Em um deslocamento de 100 quilômetros, o Siemens Velaro gasta 0,33 litro de combustível por passageiro. "Então, é um trem altamente econômico", destacou Primo, salientado a vantagem ecológica do modelo de sua empresa.
"Para o traçado que o Brasil definiu, Rio de Janeiro-Campinas-São paulo, seria o modelo ideal", concluiu. Ele informou ainda que o prazo previsto para a implantação do trem de alta velocidade fabricado pela empresa alemã seria de seis anos, do início das obras à primeira viagem.
Autora: Cris Vieira
Revisão: Carlos Albuquerque
Artigo da Deutsche Welle: www.dw-world.de/brasil

Na recente visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Alemanha, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhou o chefe de Estado brasileiro durante viagem de Berlim a Hamburgo no trem Intercity-Express (ICE), o trem de alta velocidade fabricado pela empresa alemã Siemens.
Em entrevista coletiva concedida durante a viagem, Rousseff disse que o investimento previsto para a instalação do primeiro trecho ferroviário de alta velocidade no Brasil é de 13,6 bilhões de euros e que a lista de concorrentes para a licitação, que deverá acontecer no primeiro trimestre de 2010, já é robusta.
"Temos vários interessados: a Bombardier [canadense]; a Siemens [alemã]; os japoneses, com sua tecnologia; os coreanos, que através da transferência de tecnologia desenvolveram a sua; os franceses, com a Alstom, e os chineses", revelou Rousseff.
Licitação de alta velocidade
Segundo dados do governo brasileiro, a região por onde passará o trajeto do primeiro trem-bala brasileiro concentra 45% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e 36 milhões de habitantes. O trecho ferroviário interligará as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.
De acordo com a ministra, o governo irá participar de forma minoritária na implantação do trem de alta velocidade. "Vamos participar com o equivalente a impostos e a desapropriações. Esses valores, expressos em reais e transformados em ações, são a nossa participação no projeto", disse Rousseff.
A concorrência será definida levando em consideração a tarifa mais baixa e o menor valor de empréstimo por parte do governo brasileiro. Segundo a ministra da Casa Civil, também será exigida a transferência de tecnologia: "Por um motivo muito simples: esse é o primeiro trem e há outras possibilidades de construção de trens de alta velocidade no Brasil, como as linhas São Paulo-Curitiba, Brasília-Belo Horizonte e Belo Horizonte-Rio de Janeiro. Quem tiver essa parceria conosco é também candidato a transferir a tecnologia de metrô e a fazer outros projetos".
A ministra explicou que o modelo tecnológico do trem-bala brasileiro ainda não foi definido. "O que nós oferecemos é um estudo de demanda, um estudo de traçado e uma elaboração econômico-financeira", relatou. Quanto à tecnologia alemã, a ministra da Casa Civil preferiu não fazer comentários sobre as características do modelo alemão e limitou-se a declarar: "Queremos que eles [os alemães] participem do leilão".
Tecnologia alemã
Em entrevista exclusiva à Deutsche Welle, o presidente da Siemens do Brasil, Adilson Primo, revelou que a proposta da empresa alemã para a licitação brasileira seria o modelo da família de trens Siemens Velaro, o mais moderno oferecido atualmente pela companhia. "É o trem mais rápido do mundo hoje em operação comercial, que é o trecho Madri-Barcelona, que opera a 350 quilômetros por hora e com segurança", disse.
Atualmente, inúmeros trens fabricados pela Siemens operam comercialmente na Europa, na China e na Rússia. "Nas últimas seis concorrências das quais participamos, na Europa e na Ásia, acabamos mostrando que esse projeto é muito competitivo, pois ganhamos cinco concorrências", revelou o presidente da subsidiária brasileira da empresa.
Vantagem ecológica
Segundo Adilson Primo, o fator diferencial do modelo alemão estaria em sua competitividade. "Ele tem tração distribuída, o que permite menos esforços nas partes mecânicas e um ganho de 20% no número de passageiros".
Em um deslocamento de 100 quilômetros, o Siemens Velaro gasta 0,33 litro de combustível por passageiro. "Então, é um trem altamente econômico", destacou Primo, salientado a vantagem ecológica do modelo de sua empresa.
"Para o traçado que o Brasil definiu, Rio de Janeiro-Campinas-São paulo, seria o modelo ideal", concluiu. Ele informou ainda que o prazo previsto para a implantação do trem de alta velocidade fabricado pela empresa alemã seria de seis anos, do início das obras à primeira viagem.
Autora: Cris Vieira
Revisão: Carlos Albuquerque
Artigo da Deutsche Welle: www.dw-world.de/brasil
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Serra quer ciclovias na Marginal do Pinheiros em SP
Serra quer ciclovias na Marginal do Pinheiros em SP
Na semana passada, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos iniciou estudos para a construção dos primeiros 7 Km de uma ciclovia na Marginal do Rio Pinheiros, entre as regiões dos Parques do Povo, no Itaim-Bibi (zona sul), e Villa-Lobos, em Pinheiros (zona oeste).
O secretário, José Luiz Portella, disse que "será fácil e necessário pouco investimento para construir essa ciclovia, porque grande parte da estrutura já existe".
É que este é um projeto antigo, do próprio EMAE, que pretendia construir as pistas nas duas margens do rio, paralelas à estrada de serviço, que já existe ao longo da via da CPTM. O trajeto seria de aproximadamente 6 Km do Parque Burle Marx até a chamada Usina da Traição.
Tomara que os dois projetos sejam unificados, para que os paulistanos possam realmente fazer uso desta opção de meio de transporte e a ciclovia não seja mais uma obra que não leva a lugar nenhum...
A matéria completa está no jornal 'O Estado de S. Paulo'.
Na semana passada, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos iniciou estudos para a construção dos primeiros 7 Km de uma ciclovia na Marginal do Rio Pinheiros, entre as regiões dos Parques do Povo, no Itaim-Bibi (zona sul), e Villa-Lobos, em Pinheiros (zona oeste).
O secretário, José Luiz Portella, disse que "será fácil e necessário pouco investimento para construir essa ciclovia, porque grande parte da estrutura já existe".
É que este é um projeto antigo, do próprio EMAE, que pretendia construir as pistas nas duas margens do rio, paralelas à estrada de serviço, que já existe ao longo da via da CPTM. O trajeto seria de aproximadamente 6 Km do Parque Burle Marx até a chamada Usina da Traição.
Tomara que os dois projetos sejam unificados, para que os paulistanos possam realmente fazer uso desta opção de meio de transporte e a ciclovia não seja mais uma obra que não leva a lugar nenhum...
A matéria completa está no jornal 'O Estado de S. Paulo'.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Alta Velocidade
Entusiasmado com o trem de alta velocidade de Madrid, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva anunciou em Setembro de 2007 uma licitação para o projeto do ‘trem-bala’, que deverá ligar as cidades de São Paulo Rio de Janeiro e Campinas, interligando inclusive os aeroportos de Cumbica, Galeão e Viracopos. A viabilidade econômico-financeira do TAV (Trem de Alta velocidade) ainda está sendo analisada pelo BNDES.
Enquanto isso, em Taiwan o trem já cruza a ilha de norte a sul em cerca de 90 minutos, a 300 Km/ hora! O colosso de mais de 600 toneladas, foi implantado pela Deutsche Bahn. Os trens ainda são conduzidos por pilotos alemães até que taiwaneses sejam suficientemente treinados para, eles próprios, pilotarem o veículo terrestre mais rápido do mundo!
O ‘Shinkansen 3’, como é chamado, é um exemplo de tecnologia avançada de mobilidade que poderíamos mesmo, ter aqui no Brasil. Mas não basta a vontade política do nosso Presidente. Será preciso investir em educação e treinamento em grau elevado dos nossos condutores, além de infra-estrutura de engenharia para a construção e manutenção das linhas-férreas, e de estações de trem para receber os milhares de passageiros que cabem em vagões deste tipo de meio de transporte. Isto sem falar na própria malha ferroviária de trens menores e do próprio Metrô que, com mais linhas e integradas a outros meios, já aliviariam bastante o sufoco do dia-a-dia de nós paulistanos e cariocas...!
Assista uma matéria do programa Made in Germany da Deutsche Welle sobre o ‘Shinkansen 3’ e as ações internacionais da ‘Deutsche Bahn’. Para aqueles que não entendem alemão, fiz um resumo da reportagem, ok?! :-)
Deutsche Bahn – novos Negócios no Exterior
Duração: 6‘13“
Reportagem: Michael Altenhenne
Câmera: Paco Furio
Edição: Michael Altenhenne
Andreas Krambeer é um dos pilotos alemães que trabalham para a DB International. Antes de iniciar sua jornada de trabalho, ele precisa assoprar no bafômetro, pois ninguém opera trens como o ‘Shinkansen 3’ com álcool no sangue. A responsabilidade é a mesma da de um piloto de avião e é preciso muita experiência para conduzir esta nave que pesa 600 toneladas e transporta mais de 1000 passageiros a 300 Km/hora. O condutor deve ter um conhecimento razoável do funcionamento desta máquina para ser capaz de resolver imprevistos com segurança e tranqüilidade.
Além de ter concebido todo o trajeto de alta velocidade, os alemães também ministram cursos de formação dos funcionários taiwaneses e fazem a supervisão nos trens. Assim, todo jovem condutor é acompanhado por um piloto experiente que controla cada um de seus movimentos, até que esteja seguro o suficiente para assumir o posto sem precisar de auxílio.
Tai-Pei está com vários projetos ferroviários em andamento. Por conta disso, Ernst Schraud (gestão ‘Ásia’ – 'DB International') pretende garantir investimentos de valor agregado com o know-how da 'Deutsche Bahn', como a estação de Dresden e a estação central de Berlin. Esta, com 15.000 m² de área, fatura alto com a locação de espaços comerciais.
Segundo o Gerente da 'DB International', Martin Bay, a arrecadação do trânsito ferroviário somada à das estações de trens, promete ser um excelente negócio, cujo know-how a 'DB International' já está expandindo mundialmente por meio de seus inúmeros novos projetos.
Seria maravilhoso se a 'Deutsche Bahn International' também implantasse projetos deste tipo aqui no Brasil ! Mas sobre isto, escrevo outro dia...
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